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sábado, 2 de julho de 2011

Parlamentar socialista apresentou emendas que prevêem concursos públicos para Orquestra de Câmara e Banda 5 de Agosto em João Pessoa



Durante a última sessão deliberativa antes do início do recesso parlamentar, a vereadora Sandra Marrocos (PSB) apresentou emendas para a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), destinadas a concurso público para preenchimento de vagas na Orquestra de Câmara Cidade de João Pessoa (OCCJP) e Banda 5 de Agosto, ambas equipamentos culturais que pertencem a Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope).

Na ocasião, as emendas foram aprovadas, tornando-se o primeiro passo para a realização do concurso, previsto para acontecer no ano que vem.
A LDO foi a última matéria a ser votada e aprovada com 82 emendas. O relator da matéria, vereador Jorge Camilo (PT), ocupou a tribuna da Casa para ler seu relatório, sendo aparteado e elogiado por Sandra Marrocos (PSB) e outros (as) vereadores (as) pela forma como conduziu o processo.

Após a sessão, a parlamentar socialista da Capital afirmou: “Foi muito importante a aprovação dessas emendas que prevêem concursos públicos para estruturas de cunho cultural tão importantes como a Orquestra de Câmara e a banda de agosto, que sempre nos emocionam em suas apresentações, mostrando que a nossa cidade tem uma inclinação muito forte para a música instrumental, sendo inclusive referencia para todo o país”.

OCCJP - A Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa é um projeto iniciado em 2001 sob responsabilidade da Secretaria de Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec), sendo viabilizada através da antiga Lei Viva Cultura. Atualmente, o grupo está ligado a Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) e se consolidou como um espaço musical de preparação artístico profissional de jovens músicos entre 18 a 28 anos do curso de bacharelado e atividades de extensão da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que levam música de qualidade à população. Na orquestra os jovens encontram um espaço de prática musical e adquirem experiência para no futuro compor orquestras profissionais.

A Orquestra possui projetos como os ‘Concertos didáticos’, que contribui para elevar o nível cultural de professores e alunos da rede municipal de ensino; os ‘Concertos da Estação’ abertos ao público e possuem um repertório que varia do clássico ao popular; os ‘Concertos Comemorativos’ que acontecem sempre em datas especiais, como Natal e Festa de Nossa Senhora das Neves; e os ‘Concertos Oficiais’, onde jovens músicos desenvolvem seus conhecimentos artísticos através de um repertório especialmente selecionado.

Banda 5 de Agosto - Criada em 1964, pelo maestro Tenente Lucena, a Banda 5 de agosto atualmente é regida pelo maestro Adelson Machado, tendo como adjunto Rogério Borges. O grupo realizou a sua primeira apresentação durante as comemorações da Festa das Neves de 1964. A partir daí, participa de todas as edições do evento em comemoração à padroeira de João Pessoa.

A partir do ano de 2005, a banda foi vinculada a Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope). Assim, passou a integrar de forma mais consistente a cena cultural da cidade. O grupo é muito requisitado em festas de bairros, escolas e diversas manifestações populares, além de se apresentar em solenidades oficiais da Prefeitura.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Governador Ricardo Coutinho (PSB) abrirá Fórum “Paraíba Unida pela Paz” na próxima quarta-feira



Na próxima quarta-feira (6), às 19h, o governador Ricardo Coutinho (PSB) assinará o projeto de Lei que dispõe sobre a organização e funcionamento do Conselho Estadual de Defesa Social e lança a Campanha do Desarmamento/Ativação do Comitê Paraibano pelo Desarmamento, durante a abertura do Fórum Paraíba Unida pela Paz, evento promovido pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Seds) entre os dias 6 e 8 de julho, na Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa,

Às 20h30, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, participa da conferência “Pacto pela Vida: o processo de construção de uma nova política de segurança pública no Estado de Pernambuco”. A intenção é estimular a participação social na formação de políticas públicas para a área de segurança.

Na quinta-feira (7), a partir das 8h30, os debates abordarão os temas da Gestão compartilhada; Sistema de justiça integrada; e o papel dos municípios na Segurança Cidadão, com a participação dos secretários Harrison Targino, da Cidadania e da Administração Penitenciária (Sedasp), e Lúcio Flávio Vasconcelos, secretário-executivo da Casa Civil, do procurador-geral de justiça da Paraíba, Oswaldo Trigueiro Filho, do procurador da República de Pernambuco, Luciano Mariz Maia, além da secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki.

Encerrando a programação do Fórum Paraíba Unida pela Paz, na sexta-feira (8), também a partir das 8h30, serão discutidas políticas públicas e participação popular; prevenção social e controle da violência; e o papel da sociedade civil organizada. O evento contará com as participações dos secretários Cláudio Lima, da Segurança e Defesa Social do Estado e Raymundo Silvany, secretário-executivo da Sedasp, da professora da Unicamp/RJ, Doutora em Antropologia, Jaqueline Muniz, do senador Cássio Cunha Lima, do economista e pesquisador Sérgio Cavalcante Buarque, além do arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto.


Democracia participativa – O subcomandante geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Washington França da Silva, colaborador do projeto e um dos coordenadores do Fórum, acrescenta que a iniciativa do Governo representa a efetivação da democracia participativa, que permeia a Constituição Federal e constitui o Estado Democrático de Direito consagrado, no artigo 1º da Carta Magna. Segundo o coronel Washington, a segurança pública é um desafio não só do Estado, mas também da sociedade civil.

“O Fórum Paraíba Unida pela Paz tem o objetivo de democratizar o debate e envolver a sociedade na formulação de propostas. A partir do evento, vamos criar um conselho estadual, que funcionarão como uma espécie de câmaras temáticas, formadas por representantes de instituições públicas e da sociedade civil organizada, responsáveis por apresentar diagnósticos de cada região. As câmaras terão a função de colaborar com a elaboração do Plano Estadual de Segurança Pública”, adiantou o militar.

As câmaras temáticas serão responsáveis ainda pelo monitoramento e fiscalização da execução de políticas públicas, no âmbito da Segurança Pública, além de encaminhar reclamações, denúncias, sugestões e críticas referentes às políticas públicas relacionadas à Justiça Criminal para as ouvidorias ou órgãos governamentais competentes.

“O Fórum é um processo que não se esgota após os três dias de discussões. O trabalho deve ser contínuo. A integração com a sociedade deve ser um dos principais eixos de atuação da secretaria, ao lado da articulação das forças de segurança entre si e com outros órgãos governamentais. É por meio dos conselhos comunitários que temos mais consistência para análise da situação”, avaliou.


Participação – As inscrições são gratuitas e abertas ao público em geral. Para participar do Fórum de discussões e consultar a programação completa, o site é: http://paraiba.pb.gov.br/especiais/pbunidapelapaz/.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Vice-Prefeito de Nova Floresta filia-se ao PSB



Durante o encontro estadual do Partido Socialista Brasileiro - PSB, realizado este mês no Hotel Tambaú, em João Pessoa, entre as várias filiações ocorridas, uma tem movimentado a região do Curimataú de forma especial: a do vice-prefeito de Nova Floresta, Gilson Borges, que migrou do PTB para o PSB, assinando sua ficha de filiação que foi abonada pelo presidente de honra do partido, governador Ricardo Coutinho (foto).

O nome de Gilson Borges se destaca hoje como uma das maiores lideranças da “Princesinha do Curimataú”, como é conhecida a cidade de Nova Floresta, município distante cerca de 213 Km da capital e que de acordo com o IBGE, tem 10.533 habitantes.

Nas eleições para Governo do Estado, o Município de Nova Floresta garantiu uma histórica vitória ao governador eleito, Ricardo Coutinho (PSB), que bateu seu opositor no segundo turno por 2.766 votos.

Agora, além de estar filiado ao PSB, Gilson Borges, que faz aniversário nesta sexta-feira (1º/07), conta com o apoio de diversas lideranças da cidade, a exemplo do ex-prefeito Raminho Lopes (Foto), e deverá ser o candidato socialista a Prefeitura da cidade.

Gilson Borges afirmou que considera Ricardo Coutinho, como “um homem determinado, guerreiro que mudou o panorama de João Pessoa em todos os seus aspectos e que agora com certeza mudará o da Paraíba”. Para ele, “a Paraíba dará um grande salto, rumo ao progresso, a melhoria e o bem-estar geral de todos, e Nova Floresta precisa acompanhar esse crescimento”, disse.

Rio de Janeiro recebe Seminário Internacional sobre Governos esquerdistas e progressistas na América Latina e Caribe



“Governos de Esquerda e Progressistas na América Latina e no Caribe” é o tema do seminário internacional que visa debater o balanço e as perspectivas desse cenário. O evento começa na quinta-feira (30), às 18h, no Campus da Ilha do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A sessão de abertura será realizada pelo reitor da UFRJ, professor Aloisio Teixeira, juntamente com os presidentes da Fundações Maurício Grabois, Adalberto Monteiro e Perseu Abramo, Nilmário Miranda, e o secretário executivo do Foro de São Paulo, Valter Pomar.

Roberto Amaral, vice-presidente Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), participará do seminário na sexta-feira (01) na sessão “O Mundo em Transição: governos de esquerda na América Latina e Caribe e a nova configuração geopolítica nacional”, juntamente com Idalmis Brooks, do Departamento de Relações Internacionais do Partido Comunista, em Cuba, além de Representantes de Nicarágua, Equador e Uruguai.

No painel em que o vice-presidente do PSB participará serão discutidos diversos pontos sobre o desempenho dos governos de esquerda e progressistas e o aprofundamento da crise do capitalismo, como economia e política. Também serão tratadas mudanças que ocorrem nas relações geopolíticas e internacionais.

“As forças populares de esquerda e socialista na América do Sul estão governando o Brasil, a Venezuela, Equador, Bolívia, Uruguai, Caribe e o Peru. E, se as forças socialistas não estão integradas no governo Argentino é preciso reconhecer que ponderadas forças progressistas e de esquerda o apóiam. Nós temos hoje em nosso Continente grandes dificuldades. Há o avanço das idéias e das forças socialistas em países que ainda não fizeram a revolução socialista, como é o caso de Cuba. Mas, temos dificuldades na Colômbia, no Caribe, na Nicarágua onde nós recuperamos o governo e as forças socialistas e progressistas de esquerda estão governando. Eu diria que o peso maior na América Latina está na América do Sul. Esta é a nossa preocupação principal. O Capitalismo se revelou incapaz de resolver os problemas sociais, principalmente os problemas das desigualdades sociais provocadas pelo próprio capitalismo”, afirmou Roberto Amaral.

Temas como “A Experiência Brasileira: Construindo um Caminho de Desenvolvimento com Distribuição de Renda, Democracia, Soberania e Integração - Balanço e Desafios até 2014”; “A Esquerda nos Governos: Projetos Nacionais e Estratégias Socialistas na América Latina e Caribe”; “Política Econômica e Desenvolvimento Sustentável”; serão discutidos e analisados nas sessões durante o Seminário.

Os palestrantes e convidados terão a oportunidade de unir conhecimento e debater nas sessões. Também poderão analisar a política pública implementada pelos governos de esquerda e progressista, objetivando ampliar e democratizar o acesso à educação, saúde, saneamento e moradia, que são direitos universais.

O encerramento do evento está previsto para sábado (02). Mais informações no site: www.governosdeesquerda.org.br.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

População de Mangabeira comemora projeto que prevê a construção de shopping center



O bairro de Mangabeira, o maior de João Pessoa, já comemora o anúncio da construção de um shopping center nessa área. Moradores e comerciantes acreditam que o empreendimento estimulará o desenvolvimento socioeconômico da região na medida em que vai gerar emprego e renda e valorizar imóveis.

De acordo com o projeto, o novo shopping ficará localizado no terreno onde hoje funciona a Academia de Polícia (Acadepol), que seria transferido através de permuta do Governo do Estado com o grupo Futura Negócios Imobiliários e o Manaíra Shopping.

O Governo, por vez, já anunciou a construção de uma nova Academia de Polícia e de um novo prédio para a Central de Polícia em área próxima à entrada do conjunto Ernesto Geisel. O projeto de lei que regulamenta a transação deverá ser votado na Assembleia Legislativa.

Boa repercussão – O comerciante e morador de Mangabeira, Carlito Ferreira da Silva, que há nove anos vende água de coco nas imediações da Acadepol, resume a satisfação da população com a construção do shopping em Mangabeira. Segundo ele, o empreendimento vai trazer segurança e gerar emprego, além de atrair turistas ao local. “A nossa área é propícia ao turismo, já que estamos na rota para as praias do Litoral Sul. Nossas vendas vão duplicar, o que irá beneficiar não apenas Mangabeira, mas todo o comércio de João Pessoa. Assim como aconteceu em Manaíra, com a construção shopping, a padronização vai atrair a clientela”, frisou.

Valorização imobiliária – O aposentado Osvaldo Matias Guedes, de 73 anos, mora em frente à Academia de Polícia e acredita que a valorização dos imóveis será seu maior benefício. Para ele, uma obra dessa natureza em Mangabeira é um reflexo do potencial econômico da zona sul. “O maior benefício para mim é saber o quanto meu imóvel vai ser valorizado. Além disso, nós não tínhamos um espaço de lazer dessa natureza. Até agora, eu só vejo benefícios com esta construção”, completa.

O comerciante Eraldo José da Silva, de 40 anos, informou que ainda não é capaz de avaliar efetivamente o impacto do empreendimento para a população, mas que, sem dúvida, o maior valor agregado é o da elevação da autoestima dos mangabeirenses. “Eu fico muito feliz em saber que o Governo teve a preocupação de trazer um shopping para perto do povo. O shopping será um ponto de encontro, de lazer e de comércio”, revelou.

A construção do shopping em Mangabeira vai gerar mais de três mil empregos. A permuta de terrenos possibilitará, também, ao Estado o ganho de R$ 10 milhões para a construção dos novos equipamentos: a Central de Polícia, a Acadepol e o Instituto de Polícia Científica (IPC), cuja nova sede será construída em terreno na praia de Jacarapé.
Mangabeira – É o maior bairro da cidade de João Pessoa, ocupando uma área de 1.079 hectares. Fundado em 23 de abril de 1983, com o nome de Conjunto Habitacional Tarcísio de Miranda Burity, Mangabeira é também o bairro mais populoso da Capital, com mais de 100 mil habitantes.

Outros investimentos – Na semana passada, o grupo varejista Magazine Luíza fechou parceria com o Estado para instalar centros de distribuição física e de comércio eletrônico na Paraíba. Em troca dos capitais de investimentos para a Paraíba, foi oferecida ao grupo uma área para instalação do empreendimento. O investimento para a instalação dos centros de distribuição localizados em um terreno pertencente ao Estado na região metropolitana gira em torno de R$ 40 milhões, movimentando um faturamento de R$ 80 milhões por ano.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Prefeito Luciano Agra (PSB) entrega 16 novas ambulâncias do Samu nesta terça



O prefeito de João Pessoa Luciano Agra (PSB) entrega nesta terça-feira (27) 16 novas ambulâncias para a renovação da frota do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192), beneficiando cada vez mais a população. A solenidade de entrega dos novos veículos acontece às 10h, na Praça Pedro Américo, em frente ao Paço Municipal, no Centro da Capital.

De acordo com o coordenador geral do Samu-192 de João Pessoa, Cláudio Teixeira Régis, a renovação vai melhorar a qualidade no atendimento à população e promover a economia na manutenção dos veículos.

“Com essas novas ambulâncias, a população vai ser atendida com mais conforto, agilidade, qualidade e, principalmente, tecnologia. Outro benefício é que a Secretaria de Saúde do Município terá uma redução com gastos e despesas relacionadas à manutenção dos veículos, que diariamente salva inúmeras vidas”, destacou o coordenador.

Especificações – Dos 16 novos veículos, 13 são de suporte básico, ou seja, possui todos os acessórios de uma ambulância mais um detector fetal portátil e um oxímetro de pulso portátil. As outras três são unidades avançadas, equipadas com desfibrilador, monitor cardíaco e ventilador mecânico adulto e infantil.

Além das 16 ambulâncias, a região Metropolitana de João Pessoa é beneficiada com o serviço de sete motolâncias e um veículo de intervenção rápida, que serve para transportar a equipe médica até o local do acidente.

Cada unidade básica do Samu-192 funciona com uma equipe composta por um técnico em enfermagem e um condutor. Já a avançada tem em sua equipe o médico, o enfermeiro e o condutor.

Em João Pessoa, as ambulâncias do Samu ficam dispersas nos eguintes pontos: Centro Administrativo Municipal (Água Fria); Mangabeira (Ortotrauma); Cruz das Armas (Maternidade Frei Damião); Centro (Sede da Secretaria de Turismo) e Orla (Sede da Subprefeitura). As outras unidades ficam nas bases descentralizadas, que funcionam nos municípios de Cabedelo, Bayeux, Conde e Santa Rita. Além das 13 em circulam, outras 3 servem de reserva técnica, no CAM. Isso significa dizer que se alguma das unidades em serviço quebrar, mais três veículos podem ser equipados para entrar em ação.

O Samu-192 de João Pessoa também presta serviço em parceria com a Polícia Rodoviária Federa (PRF), na cobertura de acidentes nas BR’s. A PRF possui duas ambulâncias.

“O Samu presta socorro àquelas pessoas que estão fora do ambiente hospitalar em nível de saúde considerada de complexidade intermediária a alta. Isto quer dizer se uma pessoa sofrer um acidente na rua ou um AVC em casa receberá o nosso atendimento. Nos casos simples, o paciente é quem deve ir diretamente ao posto de saúde ou hospital”, esclareceu o coordenador.

24 horas - O Samu-192 é um serviço de saúde que trabalha 24 horas por dia atendendo a população no socorro e encaminhamento as unidades hospitalares da Capital. “Com o serviço prestado por nossas equipes conseguimos reduzir o número de óbitos na Grande João Pessoa e o número de pessoas sequeladas decorrentes de um socorro inadequado. Também contribuímos para a redução no tempo de internação nos hospitais”, afirmou Claúdio.

Serviço - Para entrar em contato com o Samu Metropolitano de João Pessoa, basta ligar para o número 192 e responder às perguntas dos atendentes que estão de plantão 24 horas por dia. A central funciona no prédio do Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria.

Governador Ricardo Coutinho (PSB) chama 100 novos concursados e estende vale-refeição dos policiais para agentes penitenciários

Em comemoração ao Dia do Agente Penitenciário, 28 de junho, o governador Ricardo Coutinho anuncia a nomeação de mais 100 novos agentes penitenciários concursados para o Estado. Segundo Ricardo, as nomeações foram possíveis graças à melhora do equilíbrio fiscal da Paraíba e às medidas de contenção de despesas adotadas em seu governo.

Além deste anúncio, o governador Ricardo Coutinho também vai acrescentar o vale-alimentação de R$ 150 na folha de pagamento dos agentes no mês de julho. O vale já beneficia policiais militares e civis.

Uniformes – Preocupado com a necessidade de instituir o emblema representativo do Sistema Penitenciário da Paraíba, o secretário Harrison Targino conseguiu aprovar com o governador a assinatura de decreto inédito regularizando a identificação funcional e o uniforme oficial para os integrantes do Grupo de Agentes de Segurança Penitenciária da Paraíba, que serão modernos, funcionais e adequados à legislação vigente.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Governo socialista avalia plenárias e planeja 2ª fase do Orçamento Democrático na Paraíba



No próximo dia 8 de julho começará o processo de escolha dos representantes dos 223 municípios que serão responsáveis pela eleição dos conselheiros regionais que irão acompanhar de perto o atendimento das demandas definidas como prioridades durante as 15 audiências públicas do Orçamento Democrático Estadual realizadas nas 14 regiões geoadministrativas da Paraíba entre os dias 29 de abril e 11 de junho.

As plenárias tiveram a finalidade de garantir às populações de todas as regiões da Paraíba o direito de voz e voto na definição de onde deverão ser investidos os recursos do Tesouro Estadual durante os próximos exercícios financeiros, começando por 2012, conforme enfatizou a subsecretária do Orçamento Democrático, Ana Paula Almeida.

Com o término da primeira etapa do Ciclo do Orçamento Democrático, o Governo do Estado está promovendo uma avaliação de tudo o que foi feito até agora, e, ao mesmo tempo, discutindo os pontos que compõem o planejamento da segunda fase, que incluirá visitas às 223 cidades paraibanas com o objetivo de promover a eleição dos conselheiros locais.

A avaliação e planejamento estão sendo realizados no auditório da Escola do Serviço Público do Estado da Paraíba (Espep), no bairro de Mangabeira VII, em João Pessoa, desde a manhã desta segunda-feira (20), e se estenderão até a noite desta quarta-feira (22), quando será realizada a festa de confraternização junina da equipe do Orçamento Democrático.

A segunda-feira foi dedicada a atividades de formação dos agentes públicos que trabalham com o orçamento. Na parte da manhã o assunto em pauta tratou das “Atribuições dos Poderes Executivos Municipal, Estadual e Federal”, tema apresentado pela secretária de Planejamento do Município de João Pessoa, Estelizabel Bezerra. No período da tarde, o professor Gustavo Tavares, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), proferiu palestra sobre o tema “Peças Orçamentárias do Planejamento Público e Etapas do Ciclo Orçamentário”.

Esta terça-feira (21) foi reservada ao processo de avaliação dos resultados obtidos durante a 1ª fase do ciclo. Na quarta-feira (22) serão apresentados os objetivos e propostas de metodologia para a 2ª etapa do OD, aí incluídas as questões relacionadas à infraestrutura, equipe de apoio, período de realização.

Resultados satisfatórios – Mesmo ainda em fase de avaliação, a 1ª das sete etapas do ciclo de atividades do OD foi considerada satisfatória pela subsecretária Ana Paula Almeida, especialmente pela grande aceitação e participação popular durante todas as reuniões plenárias realizadas nas quatorze regiões geoadministrativas da Paraíba. Durante as audiências públicas, o próprio governador Ricardo Coutinho e sua equipe de assessores receberam sugestões de todos os segmentos organizados da sociedade civil com o objetivo de definir as prioridades orçamentárias que deverão ser implementadas já a partir do exercício financeiro de 2012.


Sobre o Orçamento Democrático

Lançado oficialmente no dia 26 de abril pelo governador Ricardo Coutinho, no Palácio da Redenção, em João Pessoa, o Orçamento Democrático (OD) é um instrumento por meio do qual os cidadãos são convidados a participar das decisões do Governo estadual relativas à aplicação do dinheiro público. Trata-se de uma forma de empoderamento, de instrumentalizar o povo, para que ele possa cobrar mais e melhor do poder público e, ao mesmo tempo, assumir as co-responsabilidades geradas pelo processo democrático.

“Com esse modelo de construção do Orçamento Estadual, o povo e o Governo podem convergir nas suas ações. A população aumenta seu poder de fiscalização e escolhe as principais prioridades que o Estado possa implementar, favorecendo o desenvolvimento”, segundo palavras do próprio governador Ricardo Coutinho, que criou um órgão específico para cuidar do processo – a Subsecretaria do Orçamento Democrático, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

A primeira etapa do Ciclo do OD foi encerrada no município de Itaporanga, no dia 11 de junho. Na sequência serão realizadas Assembleias Locais para que as populações possam eleger os representantes de cada cidade que irão atuar na fiscalização e no acompanhamento dos trabalhos. Depois ocorrerão Audiências Setoriais com o Conselho Estadual do Orçamento Democrático.

Na sequência, serão realizadas atividades de Planejamento Democrático com a participação dos deputados estaduais, as quais serão seguidas de atividades de Planejamento Democrático com a participação dos deputados federais e senadores. Na sexta etapa serão promovidos Fóruns Temáticos sobre as principais prioridades do Orçamento, e, por fim, na sétima e última etapa o Governo realizará atividades de Avaliação e Planejamento de todo o material (propostas e informações) levantado durante a realização das seis primeiras etapas do Ciclo.


Histórico das audiências regionais

A primeira das sete etapas do OD foi constituída de 15 audiências regionais, sendo a primeira realizada no dia 29 de abril no município de Sousa (10ª Região), no Alto Sertão do Estado. De Sousa, a equipe seguiu para Cajazeiras (9ª Região), onde a segunda plenária foi realizada a partir das 16 horas do sábado (30).

A terceira audiência pública foi realizada a partir das 19 horas do dia 6 de maio (sexta-feira) em Catolé do Rocha (8ª Região). No sábado (7 de maio) foi a vez da 13ª Região (polarizada pelo município de Pombal) sediar a quarta audiência.

A quinta audiência do Orçamento Democrático realizou-se no dia 13 de maio (sexta-feira) na 5ª Região geoadministrativa do Estado, polarizada pelo município de Monteiro. No dia seguinte (sábado, 14) foi a vez do município de Patos (6ª Região) sediar a sexta plenária.

Na 3ª Região geoadministrativa (polarizada pelo município de Campina Grande), a sétima plenária do Orçamento Democrático foi realizada no dia 20 de maio (sexta-feira). No sábado (20) foi a vez da população de Esperança (também da 3ª Região) participar do processo, em sua oitava audiência.

No dia 27 de maio (sexta-feira), a nona audiência pública regional do Orçamento Democrático foi realizada na 4ª Região, polarizada pelo município de Cuité. No dia seguinte (sábado, 28) o pessoal da 2ª Região (polarizada pelo município de Guarabira) participou da décima audiência. Na 1ª Região geoadministrativa do Estado (polarizada pelo município de Santa Rita) o Orçamento Democrático foi discutido no dia 2 de junho (quinta-feira) durante a 11ª audiência. Na sexta-feira (3), os trabalhos relacionados à 12ª Região (Itabaiana) integraram a 12ª plenária. No dia 4 (sábado), a 13ª plenária envolveu o pessoal da 14ª Região (Mamanguape).

Fechando o ciclo de audiências, as 14ª e 15ª plenárias foram promovidas, respectivamente, nos dias 10 e 11 de junho. Na sexta-feira (10) os trabalhos foram realizados na 11ª Região (polarizada pelo município de Princesa Isabel). No sábado (11) o debate envolveu a população da 7ª Região (polarizada pelo município de Itaporanga).

Todas as audiências contaram com a participação de caravanas das cidades vizinhas dos municípios pólos que compõem cada uma das 14 regiões geoadministrativas da Paraíba, bem como do próprio governador Ricardo Coutinho, de secretários de Estado, de assessores do Governo e de agentes políticos ligados aos municípios envolvidos em cada fórum de discussão

terça-feira, 21 de junho de 2011

Deputada Federal Luzia Erundina (PSB) propõe revisão da Lei da Anistia



Gostaria de propor aos meus colegas parlamentares, nesta oportunidade, o debate de um tema que considero de extrema importância: a lei brasileira de Anistia.

Em 24 de novembro de 2010, a Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA, no julgamento do caso da “Guerrilha do Araguaia”, decidiu por unanimidade pela “incompatibilidade das anistias relativas a graves violações de direitos humanos, com o direito internacional”. Ou seja, a Lei nº 6.683, de 28 de agosto de 1979, Lei da Anistia, “afetou o dever do Estado de investigar e punir ao impedir que os familiares das vítimas”, naquele caso, “fossem ouvidos por um juiz”, resultando numa sentença condenatória contra o Brasil, segundo a qual o Estado brasileiro tem o dever de aplicar aos agentes públicos que praticaram tais violações as sanções penais previstas em lei por meio de processos a serem movidos na justiça ordinária e não no foro militar, além do que, os réus, não obstante o tempo percorrido, não poderão invocar a seu favor a prescrição legal.

A Lei nº 6.683, de 28 de agosto de 1979, Lei da Anistia, editada ainda no período autoritário, teve como propósito permitir uma gradual e controlada abertura do regime político. O projeto que deu origem a essa lei, de iniciativa do então Presidente João Figueiredo, procurava, por um lado, excluir do alcance da anistia os opositores ao regime que eventualmente tivessem sido condenados por crimes de terrorismo, assalto, sequestro ou atentado a pessoas, e, por outro lado, assegurava que a anistia se estenderia àqueles que praticaram crimes conexos ao crime político, beneficiando, assim, os agentes do Estado que praticaram crimes comuns, todo tipo de tortura contra civis que se opuseram ao regime militar.

Quando da tramitação do projeto no Congresso Nacional, houve tentativas para ampliar o caráter da anistia, mediante emendas de parlamentares oposicionistas, do MDB. Porém, sob pressão dos militares, o Congresso acabou por rejeitar as emendas que propunham mudanças substanciais.

A Constituição Federal de 1988, no inciso XLIII, art. 5º definiu que: “Art. 5º..................................................................................
XLIII – a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática de tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;”

No final de abril de 2010, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF nº 153, proposta pelo Conselho Federal da OAB, a respeito da interpretação da Lei da Anistia em face da Constituição de 1988 e do Sistema Internacional de Direitos Humanos.

Com essa iniciativa, a OAB se insurgia contra a interpretação segundo a qual os crimes comuns praticados pelos agentes do Estado contra civis seriam crimes conexos, beneficiando, assim, seus autores.

Todavia, o STF não acolheu os argumentos da OAB e decidiu, por sete votos a dois, manter a interpretação atual da Lei nº 6.683 e impedir que os responsáveis por tortura contra opositores políticos sejam processados, julgados e punidos.

O relator do processo, ministro Eros Grau, deu parecer contrário à revisão da Lei da Anistia, alegando que a mesma teria sido “amplamente negociada”. Convém lembrar, no entanto, a realidade política do país que, na época, ainda vivia sob o regime militar. Para ser justa e verdadeira, uma negociação precisa se dar entre partes em igualdade de condições, o que não foi o caso.

Diante da decisão do STF, que afronta os direitos humanos, e em conseqüência da decisão da Corte Interamericana, referente à Lei nº 6.683, de 28 de agosto de 1979, apresentei o Projeto de Lei nº 573, de 23/02/2011, que dá interpretação autêntica ao disposto no artigo 1º § 1º, da Lei da Anistia, que se encontra em tramitação na Câmara dos Deputados.

O Poder Executivo, por sua vez, encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 7.376, de 20 de maio de 2010, que “Cria a Comissão Nacional da Verdade, no âmbito da Casa Civil da Presidência da República”, com a finalidade de “examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos praticados no período de 1946 a 1988, “a fim de efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional”.

No entanto, aguarda-se há mais de um ano que a Presidência da Câmara dos Deputados instale Comissão Especial para analisar o projeto de lei do Poder Executivo, que, entre outras iniciativas, deverá promover audiências públicas para ouvir autoridades, especialistas e representantes dos familiares das vítimas da ditadura militar, com vistas ao aprofundamento da análise e ao aperfeiçoamento da proposta.

As entidades de defesa dos direitos humanos fizeram uma análise do referido projeto de lei e, embora considere a iniciativa importante, propõe algumas alterações, tais como:
- que seja uma Comissão Nacional da Verdade e Justiça;
- que o período de abrangência, para exame e esclarecimento das graves violações de direitos humanos, seja de 31/3/1964 a 04/10/1988;
- que tenha como finalidade efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a responsabilização e a consolidação da democracia;
- que os sete membros que comporão a Comissão sejam civis e que a Presidência da República, antes de designar os membros, consulte as organizações da sociedade civil, de âmbito nacional e que representem os que foram torturados, perseguidos e exilados, e os familiares de mortos e desaparecidos;
- que a Comissão tenha poderes para apurar a responsabilidade dos agentes do Estado na prática de graves violações aos direitos humanos, remetendo suas conclusões às autoridades competentes;

- que os membros da Comissão sejam invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos, assim, entendendo-se tais garantias, no que couber, às pessoas que nela testemunharem;
- que as atividades desenvolvidas pela Comissão sejam públicas e acompanhadas pelos meios de comunicação oficiais;
- que a Comissão seja constituída como unidade administrativa autônoma, com recursos humanos, orçamentário e dotação próprios para a consecução dos seus objetivos;
- que a Comissão apresente, no final de seus trabalhos, relatório circunstanciado que registre a verdade histórica.

Estas são propostas dos mais interessados na criação de uma justa e verdadeira Comissão Nacional da Verdade e esperam a instalação da Comissão Especial que apreciará o Projeto de Lei do Poder Executivo, para que possam defendê-las em audiências públicas.

Assim, a expectativa das vítimas da ditadura militar e dos que lutam pelo fortalecimento e consolidação da democracia em nosso país é que a Comissão Nacional da Verdade apure, de fato, as graves violações dos direitos humanos, seus autores e circunstâncias, com especial foco nos casos de desaparecimentos forçados ocorridos durante o regime militar.

Espera-se, portanto, que a Comissão revele toda a verdade sobre um longo e triste período da nossa história, oferecendo as necessárias condições para que, a exemplo de outros países, inclusive do nosso continente, promova a justiça de transição e, assim, se conclua o processo de redemocratização do país.

Ajudemos, pois, a passar o Brasil a limpo.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Projeto do vereador Bira (PSB) cria frente parlamentar para defesa dos direitos das pessoas com deficiência



A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) aprovou durante a semana um projeto de resolução de autoria do vereador Bira (PSB) que dispõe sobre a criação de uma ‘Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas com Deficiência’. O principal objetivo do projeto é garantir a formação de um espaço direcionado à discussão de temas que contribuam com a melhoria de vida das pessoas com deficiência, viabilizando leis que garantam a esses cidadãos pessoenses diretos básicos e necessários.

Além da realização de debates, estudos, sessões especiais e palestras de natureza institucional e social, caberá à Frente Parlamentar acompanhar as políticas públicas de transporte e acessibilidade, monitorar a execução de planos e projetos relacionados a essa temática e estimular o desenvolvimento social, pessoal e profissional das pessoas com deficiência.

Segundo Bira, o grupo deverá realizar estudos sobre as políticas de mobilidade urbana, social e humana do município de João Pessoa; acompanhando, discutindo e sugerindo proposições legislativas para melhorar a qualidade de vida dos sujeitos envolvidos nesse processo, em especial no que se refere à acessibilidade aos transportes públicos urbanos e aos prédios e ruas da cidade.

“Ao idealizarmos a ‘Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas com Deficiência’, objetivamos compor um grupo que tenha como meta gerar avanços do ponto de vista legislativo e de um trabalho mais planejado”, afirmou.

As reuniões da ‘Frente Parlamentar em Defesa das Pessoas com Deficiência’ serão públicas e contarão com a participação de entidades representativas do segmento, da sociedade civil e demais cidadãos que se interessem pelo tema.

domingo, 19 de junho de 2011

Edvaldo Rosas afirma que partido deverá lançar cerca de 106 candidaturas a prefeito em 2012



O presidente estadual do PSB paraibano, Edvaldo Rosas, anunciou neste sábado, durante encontro do partido, no Hotel Tambaú, em João Pessoa, que a legenda deve lançar candidatura em 106 dos 223 municípios paraibanos nas eleições do próximo ano.

Para Edvaldo Rosas, a pretensão do partido e aumentar significativamente o número de prefeitos pessebistas no Estado. Segundo ele, hoje o PSB conta com 12 chefes de executivo, mas os planos é elevar para 50 os eleitos em 2012.

Já nas cidades onde não for possível ter candidatos representando a sigla na cabeça de chapa, Edvaldo Rosas revela que serão feitas composição e alianças com outras agremiações partidárias.

Na ocasião foram oficializadas 13 novas adesões à legenda, sendo 12 prefeitos e um vice-prefeito, que deixaram seus partidos e, a partir de agora, passam a integrar o grupo socialista.

O pacote de adesões foi formado pelos prefeitos Aroudo Firmino, de Água Branca; José Severiano Bezerra, de Tavares; João Elias Azevedo, de Nova Floresta, Nobinho, prefeito de Esperança, Fernando Marcos de Queiroz, prefeito de São José dos Cordeiros, Inácio Amaro dos Santos Filho - Ouro Velho, Lúcio Flávio Bezerra de Brito - São Sebastião de Lagoa de Roça, Itamar Mangueira - Poço Dantas, Francisco Alipio Neves - São Sebastião do Umbuzeiro, Luiz Gonzaga Bezerra Duarte - Serra da Raiz, Roberto Florentino Pessoa, Aristeu Chave Sousa – Camalaú e Sebastião Plácido, vice-prefeito de Cabedelo.

sábado, 18 de junho de 2011

Governador Ricardo Coutinho confirma apoio à reeleição de Luciano Agra como candidato natural à Prefeitura da capital



No encontro estadual do PSB, realizado no Hotel Tambaú, em João Pessoa, na manhã deste sábado, o Governador Ricardo Coutinho (PSB) declarou apoio à reeleição de Luciano Agra em João Pessoa, afirmando que Agra é o candidato natural dos socialistas na capital paraibana nas eleições 2012, e será o comandante do processo para a sua reeleição.

O chefe do executivo estadual também comentou sobre o jeito socialista de governar e disse que o discurso da ideologia já passou. Para Ricardo Coutinho, o povo agora exige a pratica do que é apresentado. “A expectativa é que o partido dê um grande salto em número de prefeitos e vereadores em todo o estado. E isso deve acontecer sem dúvidas porque o PSB tem coragem de fazer mudanças”, ressaltou Ricardo Coutinho.
Para um auditório lotado, ele saudou as novas lideranças que ingressaram na sigla e ainda fez uma homenagem à militante histórica Eliza Mineiros.
O encontro, que teve como tema “Reforma Política e Perspectivas 2012”, discutiu as propostas do PSB para o projeto de Reforma Política que está em discussão no Congresso Nacional, e teve como debatedor o secretário Nacional da legenda, Carlos Siqueira, que expôs as principais propostas do PSB e respondeu as perguntas formuladas pelos participantes.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Prefeito Luciano Agra (PSB) participa em Brasília do lançamento do ‘Minha Casa, Minha Vida 2’



“Um maior número de pessoenses poderá ter acesso à casa própria a partir do ‘Minha Casa Minha Vida 2”, destacou o prefeito de João Pessoa Luciano Agra (PSB), que participou, nesta quinta-feira (16), em Brasília, do lançamento da segunda fase do programa de habitação do governo federal. Segundo Agra, a ampliação das faixas de renda familiar e o acesso facilitado às mulheres, por exemplo, são novidades que irão beneficiar um maior número de famílias que ainda não possuem moradia própria.
“O governo federal parte para uma segunda fase do programa, ampliando as facilidades de acesso à casa própria, a partir de novas modalidades, como também adotando mudanças nos próprios imóveis, ampliando espaços e até propondo maior conforto aos mutuários. Certamente o programa deverá atrair um maior número de moradores da nossa cidade”, disse o prefeito.

Durante a solenidade, Luciano Agra foi citado pela própria presidenta como um dos prefeitos participantes do evento e falou da experiência da Capital da Paraíba. “João Pessoa sem dúvida alguma é, atualmente, uma das capitais brasileiras em que o programa vem avançando significativamente. O número de moradias previstas para serem entregues agora em 2011 e outras já em planejamento para o próximo ano, a partir do ‘Minha Casa Minha Vida’, revela que estamos no caminho certo de execução para o que prevê o governo federal”, ressaltou Dilma Roussef.

O ‘Minha Casa Minha Vida 2’, lançado oficialmente pela presidenta Dilma Roussef, terá investimentos de R$ 125,7 bilhões até o ano de 2014, com a meta de contratar, nesse período, dois milhões de moradias em todo o País. Do total de recursos, R$ 72,6 bilhões serão destinados a subsídios para aquisição de casas pela população de baixa renda. Os outros R$ 53,1 bilhões vão para os financiamentos.

Mudanças - Para esta segunda fase do programa, lançado inicialmente em 2009, o governo ampliou, por exemplo, o limite de renda familiar mensal para a população de baixa renda. A maior parte das unidades habitacionais previstas agora será destinada aos que têm renda familiar mensal de até R$ 1,6 mil nas áreas urbanas e R$ 15 mil na área rural. A quantidade de unidades habitacionais para essas faixas de renda será de 1,2 milhão – o triplo do número de casas e apartamentos previstos na primeira fase do programa. O valor médio das moradias a serem adquiridas pelas famílias de baixa renda também aumentou, passando de R$ 42 mil para R$ 55 mil.

Uma das novidades dessa segunda fase do programa é que mulheres chefes de famílias com renda de até R$ 1,6 mil agora vão poder ter acesso ao programa, independente do estado civil. “O nosso programa de habitação social da PMJP já prevê, em alguns casos, o acesso prioritário às mulheres. Agora, o governo lança mais uma oportunidade para que outras mulheres tenham acesso mais fácil a uma moradia”, frisou Luciano Agra.

Entre outras novidades anunciadas nessa nova fase do programa ficou definido que a modalidade poderá ser utilizada também para reforma em moradias rurais para a população de baixa renda. Outra mudança é que a área construída das casas, também para as famílias de baixa renda, passou de 35 metros quadrados para 39,6 metros quadrados, enquanto que, para os apartamentos contratados, a área passará de 42 metros para 45,5 metros quadrados.

Para essa segunda fase as moradias deverão contar ainda com sistema de aquecimento solar e piso de cerâmica em todos os ambientes. No modelo antigo, apenas os banheiros, cozinha e área de serviço eram revestidos por cerâmica. As mudanças também incluem os tamanhos das portas e janelas que passarão a ser maiores. “São pequenas mudanças que deverão não só propor maior conforto aos moradores, como também reduzir os custos de manutenção dos imóveis”, comentou o prefeito de João Pessoa.

Habitação - Em João Pessoa, 2.932 unidades habitacionais estão atualmente em construção pelo ‘Minha Casa Minha Vida 1’. São 584 imóveis no conjunto Anayde Beiriz, no Bairro das Indústrias; 244 no conjunto Manacá, em Paratibe; 288 no residencial Jardins das Colinas, no Colinas do Sul; 576 no residencial Jardim Veneza, no próprio Jardim Veneza; e ainda 1.240 unidades no Irmã Dulce, também no Colinas do Sul. A previsão da Secretaria de Habitação do Município é que todas essas unidades habitacionais sejam entregues ainda este ano

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ricardo Coutinho (PSB) e demais governadores do N/NE entregam a Dilma proposta para acabar com guerra fiscal



O governador Ricardo Coutinho (PSB) foi recebido na manhã desta quarta-feira (15) pela presidente da República Dilma Rousseff (PT), no Palácio da Alvorada. Ricardo e outros 17 governadores do Norte e do Nordeste encaminharam à presidente e ao ministro da Fazenda, Guido Mantega a “Carta de Brasília”, uma proposta conjunta com dez pontos de reforma tributária como forma de compensação à medida sugerida pelo governo Federal em reduzir o ICMS desses Estados com objetivo de acabar com a guerra fiscal na instalação de indústrias nas unidades federativas.

Ricardo Coutinho considerou a reunião bastante positiva pela oportunidade de discutir os pontos de pauta tributária, que foi construída conjuntamente pelos governadores, no último Fórum, realizado em Fortaleza. A presidente demonstrou sensibilidade com as reivindicações levantadas pelos governadores e disse ter conhecimento das desigualdades regionais que precisam ser consideradas ao reduzir a alíquota de ICMS dos Estados.

Durante o encontro, que durou 1 hora e 30 minutos, foi agendada para os próximos dez dias uma nova reunião entre os governadores das duas regiões e o ministro da Fazenda para apresentação dos itens como pré-requisito à reforma. Ricardo Coutinho observou que o atual indexador da dívida pública tem sufocado muitos Estados, como é o caso da Paraíba, que paga R$ 39 milhões de dívida por mês – valor considerado exorbitante diante dos demais. “Existe a perspectiva de redução dos juros que é muito acima da taxa Selic ou qualquer transação comercial privada. Nas transações públicas, não podemos ter um juros que chegam a 18 ou 19% ao ano, e o governo Federal demonstra disposição em adequar isso a uma condição melhor para os Estados”, analisou o governador da Paraíba.

Outro ponto discutido no encontro com Dilma foi o apoio dos governadores para o fim do incentivo para importações realizadas em muitos portos brasileiros. Para Ricardo Coutinho, esse tipo de incentivo fere o interesse nacional e prejudica o mercado interno, com incentivos astronômicos a empresas de fora. O governador defendeu a adoção de uma política de desenvolvimento regional que vá além de um fundo de incentivo, mas com base em benefícios como a redução de impostos federais (Cofins, IPI e PIS). “Se nós vamos ter um ICMS em que majoritariamente será repassado para o destino, restarão esses tributos para avançar no processo de industrialização das regiões menos desenvolvidas. Há uma concordância do governo Federal de apresentar uma proposta na perspectiva de uma política de desenvolvimento regional”, ressaltou.


Carta de Brasília – Os governadores do Norte e Nordeste apresentaram a seguinte agenda, constituída de temas que devem ser tratados de forma preliminar como pré-requisitos necessários a deflagração de qualquer discussão sobre Reforma Tributária. São eles:

1) Convalidação dos benefícios fiscais existentes, na forma da legislação de cada Estado;

2) Adoção de uma política de desenvolvimento com tributos federais, de forma que empresas instaladas em localidades menos desenvolvidas, notadamente nas Regiões Norte e Nordeste, sejam incentivadas com alíquotas reduzidas do IPI, IR, PIS e COFINS;

3) Modificação da tributação das operações interestaduais não presenciais, inclusive aquelas realizadas na modalidade de comércio eletrônico, destinadas ao consumidor final – pessoa física ou jurídica – igualando-se ao tratamento dado às operações entre contribuintes do imposto;

4) Considerando a decisão do Supremo Tribunal Federal, que estabeleceu um prazo até dezembro de 2012 para que o Congresso Nacional aprove a nova legislação sobre os critérios de partilha do Fundo de Participação dos Estados (FPE), é fundamental a garantia de que não haverá redução nas receitas hoje existentes, preservando o percentual de 85% (oitenta e cinco por cento) historicamente destinado aos Estados das regiões menos desenvolvidas;

5) Alteração do atual indexador da dívida dos Estados, passando a adotar o Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 2% (dois por cento) ao ano;

6) Adoção do critério “per capita” por aluno matriculado nas respectivas redes públicas das unidades da Federação para a distribuição dos recursos oriundos da contribuição do Salário Educação;

7) Imediata pactuação de critérios para a repartição do produto da arrecadação dos royalties oriundos do pré-sal que levem em consideração o legítimo interesse do conjunto da Federação Brasileira;

8) Manutenção dos mecanismos especiais consagrados no regime tributário da Zona Franca de Manaus;

9) Fixação no PPA 2011-2015 dos recursos para pagamento das compensações decorrentes da desoneração do ICMS nas exportações;

10) Abertura pelo BNDES de linha de crédito aos estados que lhes permitam a manutenção dos níveis de investimento dos últimos anos.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Prefeito Luciano Agra (PSB) destaca importância de Adutora Translitorânea para abastecimento em JP



“Os pessoenses agora poderão ter o direito garantido de receber em suas casas água limpa, tratada e, tão importante quanto isso, durante todos os dias”. Foi o que ressaltou o prefeito de João Pessoa Luciano Agra (PSB) na ocasião da solenidade de assinatura da retomada das obras da Adutora Translitorânea, na manhã desta terça-feira (14). A autorização para o reinício dos trabalhos foi assinada pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), na Estação de Tratamento de Água (ETA) de Gramame, no km 6, da BR-101.

A iniciativa irá beneficiar cerca de um milhão de paraibanos da região da Grande João Pessoa, principalmente os moradores de bairros da Capital que sofrem com intermitências no abastecimento de água nos últimos anos. “Com a decisão da retomada das obras da adutora, o Governo do Estado propõe uma solução para o fornecimento de água nessa região com resultados positivos para os próximos 20 anos. Para a nossa cidade, isso é extremamente importante já que a nossa população cresce a cada dia e os nossos projetos habitacionais em andamento irão requerer um sistema de fornecimento de água mais regular e satisfatório”, ressaltou Luciano Agra.

Além de João Pessoa, a adutora beneficiará moradores das cidades de Santa Rita, Bayeux, Cabedelo e parte do município Conde. A primeira etapa das obras está orçada em R$ 105 milhões e a segunda em outros R$ 55 milhões.

O governador Ricardo Coutinho destacou que esta é a 23ª obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Estado que está sendo retomada pela atual gestão. “Hoje estamos não só podendo anunciar a retomada de uma obra que irá duplicar o nosso abastecimento para os moradores desses municípios, como também podendo garantir que iremos construir uma nova Barragem de Camará e resolver o problema das pessoas que estão sofrendo com a falta de água naquela região”, disse ele.

As obras da Adutora Translitorânea estão inseridas no PAC do Estado, envolvendo diretamente a Cagepa. Serão 28 km de extensão de águas vindas do Rio Abiaí-Popocas, em Alhandra, até a ETA, em Gramame. Também haverá a construção de uma barragem de nível, duas estações elevatórias e um reservatório semi-enterrado de 5.000 m³. “A Estação de Tratamento em Gramame terá sua capacidade duplicada e isso fará com que possamos dobrar a capacidade de água produzida e fornecida à população dessa região”, explicou o presidente da Cagepa, Deusdete Queiroga. A expectativa é que a conclusão da ETA de Gramame aconteça em até 12 meses.

A solenidade desta terça contou com a presença prefeitos de outras cidades da Grande João Pessoa, auxiliares do governo do Estado e dos Municípios contemplados, representantes da Caixa Econômica Federal, e ainda técnicos e operários da Construtora Camargo Corrêa, responsável pela obra.

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